terça-feira, 31 de agosto de 2010






Independência do Brasil

No dia 14 de agosto de 1822, d. Pedro viajou para São Paulo para resolver um problema político. Deixou que d. Leopoldina, sua mulher, ficasse no poder durante sua ausência. Quando as coisas já tinham se acalmado e ele seguia para Santos, chegaram ao Rio de Janeiro ordens das Cortes: d. Pedro deveria voltar para Portugal naquele instante, José Bonifácio deveria ser julgado, e um novo ministério seria criado para colocar ordem naquela "bagunça". Tudo isso destruía todas as medidas de d. Pedro!
D. Leopoldina e José Bonifácio mandaram seus mensageiros correrem com essas notícias. Um mensageiro encontrou-se com d. Pedro às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo. Era a tarde do dia 7 de setembro de 1822.
Existem pelo menos seis versões dessa história, por isso ela já foi contada de diversas maneiras... Uma delas, a do padre Belchior, conta que d. Pedro leu os decretos e perguntou:
_ E agora, padre?
O padre aconselhou d. Pedro a proclamar a independência do Brasil. Senão, ele seria feito prisioneiro das Cortes. Não tinha jeito!
Trinta e oito pessoas assistiram à cena: d. Pedro desembainhou (tirou) a espada, ergueu-a para o alto e gritou:

INDEPENDÊNCIA OU MORTE







O Hino da Independência do Brasil foi criado logo após o 7 de setembro. A letra do hino é de Evaristo da Veiga e a música de D. Pedro I.
HINO DA INDEPENDÊNCIA

Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

AVALIAÇÃO DE ARTES
1) Observe a imagem, com base nela crie uma nova obra. Para isso, você deve ler o que a imagem transmite:


Abaporu (Tarsila do Amaral)


2) É folclore ou não é?
1. Uma mulher costuma pregar botões perto da janela, para aproveitar a claridade da manhã. Era do lado de fora da casa, na varanda, que sua mãe costurava com as outras mulheres da família. Ela nunca foi exímia costureira, mas nunca se esqueceu do ponto que aprendeu com elas para pregar botões. Utiliza-o até hoje para a tarefa, e não deixa de fazer o arremate que garante que o botão não se desprenda jamais.
Seu jeito de pregar botões é folclore?
Sim
Não
É folclore ou não é?
2. Em um condomínio fechado de alto padrão, um homem ensina o filho de um vizinho a empinar pipa. Ele ainda se lembra de alguns truques e manobras – e até dos nomes que elas tinham no bairro operário onde cresceu. O menino se diverte tanto que estimula os amigos, que não conhecem a brincadeira, a aprender a dominar o papagaio. Em pouco tempo, já é possível organizar um campeonato competitivo entre a molecada do local. O vizinho que lançou a pipa no condomínio virou referência e ensina os macetes a quem quiser aprender.
A brincadeira pode ser considerada uma expressão do folclore?
Sim
Não




É folclore ou não é?
3. Um produto cosmético foi produzido a partir da casca de uma árvore na Amazônia. Algumas comunidades da região utilizavam esse insumo para a produção de uma água em que se banhavam em um ritual local.
O produto cosmético pode ser considerado como folclore?
Sim
Não
4. Um trecho de uma melodia do compositor Ataulfo Alves ganhou letra nova e é entoada em um cururu – cantoria de improviso de violeiros, típica da região paulista do médio Tietê. Quando questionados sobre a autoria da melodia, a maioria dos violeiros não sabe dizer a quem era atribuída. Apenas o mais velho deles diz ser originalmente de Ataulfo Alves.
A prática do grupo a partir da obra de Ataulfo Alves pode ser entendida como folclore?
Sim
Não
5. Os parachoques de caminhão – com seu humor ácido, de cunho religioso ou filosófico em textos curtos – criou bordões como “Feliz foi Adão: não teve sogra, nem caminhão.”
Isso é folclore?
Sim
Não
6. Uma professora de química se inspirou em uma prática culinária para fazer uma experiência com sua turma. Na sua família, que tem uma tradição de gerações, sempre se coloca uma colherzinha de açúcar no molho de tomate. Será que seus alunos saberiam dizer que características esse ingrediente “inusitado” tem para diminuir a acidez do molho?
O “truque de cozinheiro” pode ser entendido como folclore neste caso?
Sim
Não
7-Inspirado no trabalho de Mestre Vitalino, figureiro que tornou conhecido o artesanato de Caruaru, um estilista cria uma coleção de roupas para uma loja popular, presente em dezenas de cidades brasileiras.
O trabalho do estilista pode ser considerado uma expressão do folclore?
Sim
Não
8. A renda produzida por uma comunidade caiçara não é mais feita como era antes. Embora as artesãs mantenham o mesmo trabalho que aprenderam com as mais velhas, as tramas não são mais feitas com linha de fibra vegetal e tingidas com pigmentos naturais. Agora, o material utilizado é a linha sintética e os tradicionais motivos florais dividem espaço com ícones da cultura pop, como a Hello Kitty.
A produção dessas rendeiras contemporâneas pode ser vista como folclore?
Sim
Não
Roberto Carlos lota o estádio do Maracanã em show recente. Suas músicas, conhecidas por uma massa de brasileiros de todas as idades, são cantadas pelo público emocionado.
A obra do célebre cantor é folclore?
Sim
Não
3)) Você já sonhou em ir algum lugar distante ou diferente? Viajar no tempo? Viaje, crie seu mundo de sonhos utilizando apenas as cores:







Momento de alegria


Mestre...é aquele que caminha com o tempo, propondo paz, fazendo comunhão, despertando sabedoria . Mestre é aquele que estende a mão, inicia o diálogo e encaminha para a a aventura


Semana do Folclore




sábado, 21 de agosto de 2010

FRUTINHAS AMIGAS


Incentivando a boa alimentação


Material
 E.V.A. de 3mm de espessura na cor marrom.
 Retalhos de E.V.A. nas cores amarela,laranja,verde-claro,verde-bandeira e vermelho.
 Cinco pares de olhos de plásticos(pequenos) e dois pares de olhos articulados.
 15 cm de velcro.
 Caneta retroprojetor preta.
 Tesoura.
 Cola quente.
PROCEDIMENTO
• TRANSFIRA DUAS VEZES O MOLDE DA MÃO PARA E.V.A. MARROM E RECORTE-O.
• COLE AS PEÇAS PELAS EXTREMIDADES, DE MODO A FORMAR UMA LUVA, PARA A CRIANÇA ENFIAR A MÃO.
• TRANSFIRA OS MOLDES NAS CORES INDICADAS E RECORTE-AS.
• COLE OS OLHINHOS NAS FRUTAS CONFORME OS MODELOS.
• CONTORNE AMÃO E AS FRUTAS COM CANETA PRETA.
• TRACE EM CADA FRUTA A BOCA, O NARIZ E AS SOBRANCELHAS.
• COLE UM PEDAÇO DE VELCRO NAS PONTAS DOS DEDOS E NAS FRUTAS, PARA FIXÁ-LAS.
• PROMOVA COM A TURMA UM TEATRINHO BEM ANIMADO SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS FRUTAS NA ALIMENTAÇÃO.

MOLDES




AVALIAÇÕES DO 4º ANO

AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS
1) Circule os artigos nas frases e classifique-os em definidos ou indefinidos: (1,5)
a) Comprei um carro e uma bicicleta na loja.
________________________________ ________________________________________
b) A casa de Manoela é muito longe.
________________________________
c) Pedro tem umas petecas e Luana tem umas bonecas.
________________________________ _________________________________________
2) Passe as palavras para o feminino:
Professor______________________________ ator_______________________________
Cavalheiro_____________________________ pintor______________________________
Cão___________________________________ príncipe____________________________
Doutor________________________________ bonito_____________________________
3) Escreva no plural as palavras abaixo:
Mar________________________________ pastel______________________________
Gás________________________________ carta_______________________________
Pai_________________________________ pão________________________________
Coração____________________________ irmão______________________________
4) Reescreva as frases no singular.
a) As balas são gostosas.
__________________________________________________________________________.
b) Os fregueses saíram da loja.
__________________________________________________________________________.
c) Os ladrões estão presos.
__________________________________________________________________________.
5) Dê o aumentativo de:
Homem___________________________ boneco________________________________
Fogo_____________________________ casa__________________________________
Nariz_____________________________ cão___________________________________
Livro_____________________________ voz___________________________________
6) Qual o diminutivo de:
Lugar___________________________ nariz__________________________________
Cama___________________________ porta__________________________________
Pé______________________________ caderno________________________________
Amigo___________________________ copo__________________________________
7) Circule os adjetivos das frases:
a) O sorvete estava gostoso.
b) A casa é velha e arrumada.
c) O jardim está lindo.
d) A escola é grande e longe.
8) Escreva o grau superlativo dos adjetivos.
Calmo_________________________________ triste______________________________
Inteligente______________________________ novo______________________________
Alegre_________________________________ alto_______________________________
9) Complete as frases com o grau do adjetivo correto que está entre parênteses:
a) Patrícia é__________esperta ________________ Luana. (igualdade)
b) Maria é _______________ estudiosa ___________ Pedro. (inferioridade)
c) Samanta é _____________brincalhona __________sua prima. (superioridade)


LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

A MOSCA
Neil Philip

Era uma vez um homem rico que emprestava dinheiro a todos os camponeses pobres da região, mas lhes cobrava juros exorbitantes.
Como um desses camponeses lhe devia uma soma considerável, o ricaço tratou de verificar se ele possuía algo de valor que pudesse confiscar.
Quando chegou à cabana do devedor, encontrou seu filho brincando no quintal. “Seus pais estão?”, perguntou. “Não, senhor”, o menino respondeu. “Papai saiu para cortar árvores vivas e plantar árvores mortas. E mamar foi ao mercado vender o vento e comprar a Lua”
Sem entender patavina, o credor usou de agrados e ameaças para fazer o garoto esclarecer tal enigma, porém nada conseguiu. Então resolveu mudar de tática: “Se me explicar essa história, prometo esquecer o que seu pai me deve. Tomo o céu e a terra por testemunhas.”
“O céu e a terra não falam”, o menino retrucou. “Nossa testemunha tem que ser uma criatura viva.”
Nesse instante uma mosca pousou no batente da porta. O homem rico apontou para ela, declarando: “Aí está nossa testemunha.”
Então o garoto explicou:”Meu pai foi cortar bambus para fazer uma cerca, e minha mãe foi vender leques para comprar óleo para o lampião.”
O ricaço partiu, satisfeito, mas dias depois voltou para cobrar a dívida, fazendo ouvidos moucos quando o filho do camponês lhe lembrou sua recente promessa. O impasse se estabeleceu, e o caso foi parar no tribunal.
Na presença do juiz o homem rico afirmou que nunca tinha visto aquele menino e, portanto, não podia ter lhe prometido coisa nenhuma. O menino, por sua vez, contou uma versão muito diferente da história. “É a palavra de um contra a palavra do outro”, suspirou o juiz, atarantado. “Não posso decidir nada sem testemunha.”
“Mas nós temos uma testemunha”, disse o filho do camponês. “Uma mosca ouviu toda a conversa!”
“Uma mosca!”, o magistrado exclamou. “Está brincando comigo, seu moleque?”
“Não , senhor. Uma mosca enorme e gorda ouviu tudo, porque estava pousada bem no nariz dele!”
“Mentiroso!”, o homem rico berrou. “Ela pousou no batente da porta!”
“Não interessa onde ela pousou”, o juiz decidiu. “Você fez a promessa, e portanto o pai deste garoto nada lhe deve. Caso encerrado!”
Volta do mundo em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998

TRABALHANDO O TEXTO

1) Dê um novo título ao texto.
____________________________________________________________________________

2) Transcreva do texto, o que respondeu o menino ao homem rico quando ele chegou à sua cabana à procura de seu pai, para cobrar-lhe o que lhe devia.

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____________________________________________________________________________

3) Para conseguir decifrar tal enigma, o homem rico prometeu ao menino

( ) dividir em prestações a dívida de seu pai.
( ) esquecer a dívida do seu pai.
( ) perdoar metade da dívida do seu pai.


4) Quem foi a testemunha desse pacto?

( ) Uma rã. ( ) Uma abelha. ( ) Uma mosca.


5) O que o menino quis dizer realmente a respeito de seus pais?

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6) Explique por que o juiz encerrou o caso dando ganho de causa ao menino.

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____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________

Complete de acordo com o texto:

Título: ______________________________________

Autor: ______________________________________

Personagens:________________________________


RECIBO
Preencha o recibo corretamente

Contribuindo

Jogue você também suas sementes

Havia um cidadão que morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica que se localizava muito longe da sua casa. Com isso ele precisa viajar de ônibus cerca de uma hora todos os dias para chegara ao seu trabalho.

Na terceira parada, sempre entrava uma senhora que se sentava no banco da janela.

Ela abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus. A cena se repetia dia após dia. Até que certa vez, curioso, o homem lhe perguntou: O que a senhora joga pela janela?

-Jogo sementes.

- Sementes? Sementes de que?

-De flor, é que eu olho para fora e a estrada é tão vazia... Gostaria de viajar vendo flores coloridas por todo o caminho, imagine como seria bonito.

-Mas as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acredita mesmo que estas flores vão nascer um dia aí na beira da estrada?

-Acho meu filho, mesmo que muitas se percam, algumas acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.

-Mesmo assim, demoram a crescer, precisam de água.

-Ah, eu faço a minha parte. Sempre há dias de chuva, e se eu não jogar as sementes aí mesmo é que as flores nunca vão nascer.

O homem desceu logo adiante, achando que a senhora já estava meio “caduca”.

O tempo passou. Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem ficou impressionado ao olhar para fora e ver flores na beira da estrada, muitas flores. A paisagem estava colorida, perfumada, linda...

O homem lembrou-se da senhora, procurou-a no ônibus, não a encontrou, então foi perguntar ao cobrador que conhecia todo mundo por que a senhora das sementes havia sumido?

-Pois é, morreu de pneumonia na semana passada.

O homem voltou ao seu lugar e continuou olhando, pela janela, a paisagem florida. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho daquela senhora? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”.

Neste instante, o homem escutou uma risada de criança, no banco da frente, uma garotinha apontava pela janela, entusiasmada: Olha papai! Que lindo! Quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas flores? São maravilhosas.

Então o homem entendeu o que a senhora tinha feito, mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a senhora devia estar feliz. Afinal ela tinha dado um presente maravilhoso para a natureza e principalmente para as pessoas que por ali passavam.

No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se no mesmo banco que a senhora sentava, tirou um pacotinho de sementes do bolso e começou a jogar sementes pela janela até chegar ao ponto onde tinha que descer.

Jogue você também as suas sementes, pouco importa se você vai ver as flores ou não. Plante as sementes do amor, do carinho, da fraternidade, da alegria, da paz, da ternura, da compreensão. Certamente, você colherá além das lindas flores, frutos maravilhosos com sabor de felicidade, sabor de conquista.

Autor desconhecido

4º. E 5º. ANO

PORTUGUÊS:

1- Conversação sobre o texto.

a) Por que você acha que a velhinha jogava as sementes se ela poderia não ver florescer?

b) Que tipos de sementes você está plantando em sua casa?

2- Procure no dicionário:

Cidadão-

Caduca-

Impressionado-

Pneumonia-

Entusiasmada-

Contemplar-

3- Desenhe a imagem que a velhinha via em suas viagens.

4- Pinte no texto 6 verbos:

MATEMÁTICA

1-Se o cidadão começasse a trabalhar as 7 horas que horas precisava sair de casa para não chegar atrasado?

( ) 5 horas

( ) 8 horas

( ) 6 horas

2- Desenhe o relógio representando a hora em que o cidadão saia de casa.

3- Se a velhinha jogava 123 sementes por dias , quantas sementes jogou em:

Uma semana

Um mês

Um ano

3 anos

3º. ANO

PORTUGUÊS

1- O QUE A VELHINHA JOGAVA PELA JANELA DO ÔNIBUS?

2- O QUE O HOMEM PERGUNTOU PARA A VELHINHA?

3- PINTE NO TEXTO OS SINAIS DE PONTUAÇÃO:

4-DESENHE:

COMO ERA A PAISAGEM QUANDO A VELHINHA OLHAVA PELA JANELA?

COMO ELA FICOU DEPOIS DE ALGUNS ANOS?

MATEMÁTICA

1- SE A VELHINHA JOGA 20 SEMENTER POR DIA, QUANTAS SEMENTES TERÁ JOGADO EM:

5 DIAS

6 DIAS

9 DIAS

3 DIAS

7 DIAS

2- ESCREVA POR EXTENSO OS RESULTADOS DAS OPERAÇÕEA ACIMA:

3- COLOQUE OS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES EM ORDEM CRESCENTE:

4- TRABALHAR COM O CALENDÁRIO: UM ANO – 365 DIAS

MESES DO ANO

2º. ANO

PORTUGUÊS

1- LEITURA DO ALFABETO

2- LIGUE:

A VELHINHA ANDAVA DE CARRO

TREM

ÔNIBUS

DESENHE O ÔNIBUS QUE A VELHINHA ANDAVA.

DESENHE COMO ERA A PAISAGEM QUANDO A VELHINHA OLHAVA PELA JANELA DO ÔNIBUS

COMO FICOU A PAISAGEM DEPOIS QUE A VELHINHA JOGOU AS SEMENTES:

MATEMÁTICA

1- ESCREVA OS NUMERAIS DE 0 A 20

2- PINTE DA MESMA COR O NÚMERO E A ESCRITA DOS NUMERAIS:

3-

1

UM

4

DOIS

2

DOIS

10

NOVE

3

TRÊS

5

QUATRO

4

QUATRO

9

OITO

5

CINCO

1

DEZ

6

SEIS

6

TRÊS

7

SETE

8

CINCO

8

OITO

2

SETE

9

NOVE

7

UM

10

DEZ

3

SEIS

ESCREVA O ANTECESSOR E O SUCESSOR:

10

15

19

11

13

16

7

9

DIA DA ESCOLA 15 DE MARÇO

A escola, depois da família, é o primeiro grupo social a que pertencemos.

E grupos sociais são importantes para que aprendamos a interagir com pessoas, a conhecer novos comportamentos e a respeitar uns aos outros.

Além do mais, a escola é fonte de conhecimento e educação, tanto formal quanto informal, é um espaço onde o aluno é o protagonista e aprende a desenvolver suas atividades, além de ser um laboratório de inclusão social, promovendo no jovem o sentido de importância da comunidade.

Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br

ESPAÇO PARA OS ALUNOS ESPECIAIS NAS ESCOLAS

Ir à escola é fundamental para que a pessoa se sinta incluída na sociedade. É fazer parte, é ser reconhecido, ter seu espaço.

Existem pessoas portadoras de necessidades especiais para as quais são criadas oportunidades de freqüentarem este espaço tão importante para as nossas vidas. É este o princípio da pedagogia da inclusão: inserir as crianças especiais nas salas de aula, junto com as outras crianças. Pouco a pouco, as barreiras se tornam mais suaves e o convívio é muito positivo.

É preciso, naturalmente, lutar contra o preconceito. Também é necessária muita criatividade para adaptar a metodologia de ensino de modo que todas as crianças possam aprender. Mas, no final, é bem possível que a solidariedade entre elas mostre à escola como é gostoso conhecer o "outro", que até então era "diferente" e, com a convivência, se mostra apenas como alguém que tem outras necessidades e muito o que aprender, como qualquer criança.

A colaboração de diferentes profissionais enriquece o trabalho da escola. Junto com os professores, podem atuar fonoaudiólogos, psicólogos, neurologistas, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas. A escola como espaço de inclusão só vem a colaborar para o desenvolvimento mais saudável da criança especial. Para ela, significa mais do que uma instituição de ensino: torna-se espaço terapêutico.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística