quinta-feira, 17 de julho de 2014
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Primeiro dia de aula (hoje)
Com dinâmicas diversificadas, jogos e brincadeiras, fiz o máximo para descontrair meus alunos.
Alguns participaram plenamente, porém outros ficaram um pouco afastados, mas todos participaram das atividades oferecidas.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
50 IDEIAS PARA 2013
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Por isso vou preparar alguns arquivos, reorganizar tudo e postar para todos aqueles que, como eu adoram lecionar. Bjos
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Dinâmicas de volta às aulas.
- Levantar as expectativas dos alunos em relação ao ano letivo;
- Acolher o novo grupo;
- Ornamentar a sala de aula de maneira significativa.
- O professor afixa na parede da sala um painel com uma paisagem de fundo. No mesmo deve estar escrito: Sejam bem-vindos a viagem do saber!
- A paisagem de fundo pode ser: marítima, celeste, florestal, etc...
- A proposta é construir o painel com o grupo.
- Sendo paisagem marítima, propor que cada aluno faça a dobradura de um barco e imaginem a viagem decorando-o livremente e escrevendo uma palavra ou frase o que espera alcançar durante a mesma, ou seja, quais são suas expectativas em relação ao ano letivo.
- Sendo celeste podem ser confeccionados pequenos aviões de papel.
- O fundo florestal permite que cada um escolha um animal ou planta com o qual se identifica e construa da mesma forma: dobrando, recortando, colando...
- O importante é que os alunos expressem seus sentimentos e desejos. Com tudo pronto oportunizar um momento agradável onde cada um prenderá o que construiu no painel de boas-vindas interativo, apresentando-se à turma.
- Estimular o entrosamento entre os alunos.
- Propor que os alunos fiquem em pé, forando um círculo.
- Entregar um rolo de barbante ou cordão.
- Solicitar um voluntário para iniciar a tarefa sugerindo que o mesmo escolha um membro do grupo para entregar uma outra parte do cordão e receber uma mensagem sua.
- Sucessivamente um vai abrindo o rolo e entregando a um colega até que todos tenham recebido a mensagem e o cordão, formando assim a teia de aranha.
- Em um segundo momento, com todos sentados levantar a questão: O que pode e não pode ter em nossa teia? Listar as opiniões dos alunos para a confecção de um painel de combinados da classe.
- Para encerrar permitir que os alunos ilustrem o painel através de uma técnica artística: desenho, recorte, colagem, dobradura, etc...
Objetivo:
- Propiciar a apresentação dos alunos de forma descontraída;
- Levar os participantes a identificarem seus ritmos e gêneros musicas, assim como refletirem sobre a importância de respeitar as preferências alheias.
- Solicitar aos alunos que escolham dentre as músicas que conhecem e gostam um trecho que, de alguma forma, o represente.
- Cada um deve cantar o trecho escolhido para a turma.
- O professor/dinamizador da atividade tem o papel de sondar se todos já ouviram aquela música, quem é o cantor(a), qual gênero musical, por que foi escolhida, se alguém não gosta, etc.
- A regra é não repetir as músicas já apresentadas e respeitar as preferências dos colegas.
- Com todos devidamente apresentados pedir que sistematizem no papel criando um cartaz de sua apresentação.
- Com todos os cartazes prontos criar um painel para sala de aula: “Somos como músicas”.
Contribuindo
Jogue você também suas sementes
Havia um cidadão que morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica que se localizava muito longe da sua casa. Com isso ele precisa viajar de ônibus cerca de uma hora todos os dias para chegara ao seu trabalho.
Na terceira parada, sempre entrava uma senhora que se sentava no banco da janela.
Ela abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus. A cena se repetia dia após dia. Até que certa vez, curioso, o homem lhe perguntou: O que a senhora joga pela janela?
-Jogo sementes.
- Sementes? Sementes de que?
-De flor, é que eu olho para fora e a estrada é tão vazia... Gostaria de viajar vendo flores coloridas por todo o caminho, imagine como seria bonito.
-Mas as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acredita mesmo que estas flores vão nascer um dia aí na beira da estrada?
-Acho meu filho, mesmo que muitas se percam, algumas acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
-Mesmo assim, demoram a crescer, precisam de água.
-Ah, eu faço a minha parte. Sempre há dias de chuva, e se eu não jogar as sementes aí mesmo é que as flores nunca vão nascer.
O homem desceu logo adiante, achando que a senhora já estava meio “caduca”.
O tempo passou. Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem ficou impressionado ao olhar para fora e ver flores na beira da estrada, muitas flores. A paisagem estava colorida, perfumada, linda...
O homem lembrou-se da senhora, procurou-a no ônibus, não a encontrou, então foi perguntar ao cobrador que conhecia todo mundo por que a senhora das sementes havia sumido?
-Pois é, morreu de pneumonia na semana passada.
O homem voltou ao seu lugar e continuou olhando, pela janela, a paisagem florida. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho daquela senhora? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”.
Neste instante, o homem escutou uma risada de criança, no banco da frente, uma garotinha apontava pela janela, entusiasmada: Olha papai! Que lindo! Quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas flores? São maravilhosas.
Então o homem entendeu o que a senhora tinha feito, mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a senhora devia estar feliz. Afinal ela tinha dado um presente maravilhoso para a natureza e principalmente para as pessoas que por ali passavam.
No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se no mesmo banco que a senhora sentava, tirou um pacotinho de sementes do bolso e começou a jogar sementes pela janela até chegar ao ponto onde tinha que descer.
Jogue você também as suas sementes, pouco importa se você vai ver as flores ou não. Plante as sementes do amor, do carinho, da fraternidade, da alegria, da paz, da ternura, da compreensão. Certamente, você colherá além das lindas flores, frutos maravilhosos com sabor de felicidade, sabor de conquista.
Autor desconhecido
4º. E 5º. ANO
PORTUGUÊS:
1- Conversação sobre o texto.
a) Por que você acha que a velhinha jogava as sementes se ela poderia não ver florescer?
b) Que tipos de sementes você está plantando em sua casa?
2- Procure no dicionário:
Cidadão-
Caduca-
Impressionado-
Pneumonia-
Entusiasmada-
Contemplar-
3- Desenhe a imagem que a velhinha via em suas viagens.
4- Pinte no texto 6 verbos:
MATEMÁTICA
1-Se o cidadão começasse a trabalhar as 7 horas que horas precisava sair de casa para não chegar atrasado?
( ) 5 horas
( ) 8 horas
( ) 6 horas
2- Desenhe o relógio representando a hora em que o cidadão saia de casa.
3- Se a velhinha jogava 123 sementes por dias , quantas sementes jogou em:
| Uma semana | Um mês | Um ano | 3 anos |
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3º. ANO
PORTUGUÊS
1- O QUE A VELHINHA JOGAVA PELA JANELA DO ÔNIBUS?
2- O QUE O HOMEM PERGUNTOU PARA A VELHINHA?
3- PINTE NO TEXTO OS SINAIS DE PONTUAÇÃO:
4-DESENHE:
| COMO ERA A PAISAGEM QUANDO A VELHINHA OLHAVA PELA JANELA? | COMO ELA FICOU DEPOIS DE ALGUNS ANOS? |
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MATEMÁTICA
1- SE A VELHINHA JOGA 20 SEMENTER POR DIA, QUANTAS SEMENTES TERÁ JOGADO EM:
| 5 DIAS | 6 DIAS | 9 DIAS | 3 DIAS | 7 DIAS |
2- ESCREVA POR EXTENSO OS RESULTADOS DAS OPERAÇÕEA ACIMA:
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3- COLOQUE OS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES EM ORDEM CRESCENTE:
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4- TRABALHAR COM O CALENDÁRIO: UM ANO – 365 DIAS
MESES DO ANO
2º. ANO
PORTUGUÊS
1- LEITURA DO ALFABETO
2- LIGUE:
A VELHINHA ANDAVA DE CARRO
TREM
ÔNIBUS
DESENHE O ÔNIBUS QUE A VELHINHA ANDAVA.
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DESENHE COMO ERA A PAISAGEM QUANDO A VELHINHA OLHAVA PELA JANELA DO ÔNIBUS
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COMO FICOU A PAISAGEM DEPOIS QUE A VELHINHA JOGOU AS SEMENTES:
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MATEMÁTICA
1- ESCREVA OS NUMERAIS DE 0 A 20
| | | | | | | | | | |
| | | | | | | | | | |
2- PINTE DA MESMA COR O NÚMERO E A ESCRITA DOS NUMERAIS:
3-
| 1 | UM | 4 | DOIS |
| 2 | DOIS | 10 | NOVE |
| 3 | TRÊS | 5 | QUATRO |
| 4 | QUATRO | 9 | OITO |
| 5 | CINCO | 1 | DEZ |
| 6 | SEIS | 6 | TRÊS |
| 7 | SETE | 8 | CINCO |
| 8 | OITO | 2 | SETE |
| 9 | NOVE | 7 | UM |
| 10 | DEZ | 3 | SEIS |
ESCREVA O ANTECESSOR E O SUCESSOR:
| | 10 | |
| | 15 | |
| | 19 | |
| | 11 | |
| | 13 | |
| | 16 | |
| | 7 | |
| | 9 | |
DIA DA ESCOLA 15 DE MARÇO
A escola, depois da família, é o primeiro grupo social a que pertencemos.
E grupos sociais são importantes para que aprendamos a interagir com pessoas, a conhecer novos comportamentos e a respeitar uns aos outros.
Além do mais, a escola é fonte de conhecimento e educação, tanto formal quanto informal, é um espaço onde o aluno é o protagonista e aprende a desenvolver suas atividades, além de ser um laboratório de inclusão social, promovendo no jovem o sentido de importância da comunidade.
Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br
ESPAÇO PARA OS ALUNOS ESPECIAIS NAS ESCOLAS
Ir à escola é fundamental para que a pessoa se sinta incluída na sociedade. É fazer parte, é ser reconhecido, ter seu espaço.
Existem pessoas portadoras de necessidades especiais para as quais são criadas oportunidades de freqüentarem este espaço tão importante para as nossas vidas. É este o princípio da pedagogia da inclusão: inserir as crianças especiais nas salas de aula, junto com as outras crianças. Pouco a pouco, as barreiras se tornam mais suaves e o convívio é muito positivo.
É preciso, naturalmente, lutar contra o preconceito. Também é necessária muita criatividade para adaptar a metodologia de ensino de modo que todas as crianças possam aprender. Mas, no final, é bem possível que a solidariedade entre elas mostre à escola como é gostoso conhecer o "outro", que até então era "diferente" e, com a convivência, se mostra apenas como alguém que tem outras necessidades e muito o que aprender, como qualquer criança.
A colaboração de diferentes profissionais enriquece o trabalho da escola. Junto com os professores, podem atuar fonoaudiólogos, psicólogos, neurologistas, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas. A escola como espaço de inclusão só vem a colaborar para o desenvolvimento mais saudável da criança especial. Para ela, significa mais do que uma instituição de ensino: torna-se espaço terapêutico.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística





